domingo, 7 de abril de 2013

NINGUÉM PODE TIRAR A NOSSA ALEGRIA QUE VEM DO SENHOR


"Assim também agora vós tendes tristeza, mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar. Naquele dia nada me perguntareis." (João 16.22-23)
Por que não recebemos resposta de certas perguntas que fazemos em oração? Porque Deus nos ama, porque tem grandes planos para cada um de nós e porque Ele quer fazer coisas grandiosas através de nós, assim como Ele fez através de Jesus. Devemos ter a coragem de dar glória a Deus quando Ele silencia. É nessas horas que deveríamos nos agarrar com mais firmeza na convicção de que quando Deus se cala é porque Ele nos ama! Não importa que não consigamos entender o Seu amor. Um dia vamos entendê-lo. Quando vermos a Jesus como Ele é, todas as nossas perguntas e questionamentos estarão satisfeitos. Quando O vermos como Ele é, cobriremos nosso rosto com as mãos e nos prostraremos diante dEle em adoração, dizendo: "" Senhor, eu nem imaginava que Tu eras tão bom para comigo! Perdoa meus questionamentos rebeldes e minhas súplicas insistentes." Aquilo que o Senhor Jesus disse realmente se cumprirá: "Naquele dia nada me perguntareis." Dobre seus joelhos e não fique perguntando por que e para quê. Certas perguntas você nunca poderá responder a fundo, pois a resposta se encontra guardada no amor insondável e especial do Senhor para com você.

sábado, 6 de abril de 2013

NÃO PODEMOS AMAR AS COISAS DO MUNDO


Não ameis o mundo nem as cousas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo." (1 João 2.15-16)
Se temos em mente a quarta conseqüência da morte de Jesus por nós, então também devemos nos perguntar quem é, afinal, o dominador, o deus do mundo em que vivemos. O deus deste mundo é Satanás. Mas justamente bem no centro deste mundo, o Filho de Deus morreu e venceu Satanás. Portanto, aquele que crê na crucificação e na morte de Jesus também deve se considerar crucificado e morto para as coisas do mundo, e protegido do espírito que o rege. Essa é a finalidade da morte de Jesus, como diz Gálatas 1.4: "...o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai." Você não acha terrível que ainda existam cristãos que se recusem a se separar e afastar deste mundo perdido? Qualquer entrelaçamento e mistura consciente com o espírito e com a maneira de pensar deste mundo significa crucificar Jesus outra vez. Ao tornar-se crente, a pessoa entra numa nova dimensão através do renascimento, pois está escrito: "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." Na prática, apesar de continuarmos vivendo neste mundo, pelo poder da morte de Jesus não mais fazemos parte dele.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

NÓS FOMOS PERDOADOS! AMÉM


"E a vós outros também, que outrora éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte..." (Colossenses 1.21-22)
Aqui temos a terceira conseqüência da morte de Jesus: a relação com a nossa culpa. Se Romanos 5.10 diz que somos reconciliados com Deus pela morte de Seu Filho, então perguntamos: mas o que acontece com nossos incontáveis pecados que praticamos? Diante dessa questão, eu fico imensamente grato a Deus por termos na Bíblia a passagem de 1 Coríntios 15.3, que fala expressamente no plural: "...que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras." Por isso você e eu podemos saber com absoluta certeza: a morte, o sangue de Jesus derramado apagou toda a nossa grande culpa. A esse respeito lemos em Colossenses 2.13-14: "...perdoando todos os nossos delitos; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós..." Isso não é maravilhoso? O sangue imaculado do Filho de Deus apaga os nossos pecados, e de tal maneira como se nossos pecados nunca tivessem existido! O próprio Deus pagou o mais alto preço com o sangue de Seu próprio Filho amado! Por isso, as Escrituras repetem tantas vezes que Ele "morreu por nós" e que "...Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios."

quinta-feira, 4 de abril de 2013

POR ISSO JESUS SE FEZ HOMEM...


Por isso mesmo convinha que, em todas as cousas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas cousas referentes a Deus, e para fazer propiciação pelos pecados do povo." (Hebreus 2.17)
Essa passagem nos mostra uma segunda conseqüência da morte de Jesus. Ela se refere a Satanás, o grande adversário. Satanás é o inimigo mortal do homem, pois ele seduziu o homem ao pecado. E porque a morte é o salário do pecado, Satanás foi o príncipe e detentor da morte até o Cordeiro morrer. Eu digo expressamente "até" Jesus morrer, pois por meio da Sua morte Ele nos libertou de uma morte tripla.
Em primeiro lugar, Ele nos livrou da terrível morte eterna, pois sem a morte sacrificial de Jesus, depois de nossa morte cairíamos nas mãos de Satanás.
Em segundo lugar, Ele nos libertou do terrível pavor da morte. Durante a vida passamos pelo pavor da morte inúmeras vezes. Mas lemos em Hebreus 2.15: "...e livrasse a todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida."
Em terceiro lugar, Ele nos livrou de ficarmos para sempre sem a reconciliação com Deus. Quando o Cordeiro de Deus morreu, tudo foi colocado novamente nos devidos lugares: de filhos de Satanás, filhos da morte, passamos a ser filhos de Deus.
Demos graças ao Senhor Jesus que nos reconciliou com Deus, nos libertou das garras de Satanás e do poder que ele tinha sobre nós através do pecado.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

BASTA CRERMOS NO SACRIFÍCIO DE CRISTO E SERMOS SALVOS


"Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito."(1 Pedro 3.18)
No momento em que Jesus morreu e exalou Sua vida, Ele nos conduziu de volta para Deus. Esse é o grandioso significado de Mateus 27.50-51: "E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes, de alto a baixo..." Isto quer dizer que, no mesmo momento em que Jesus morreu, o próprio Deus abriu para nós Sua morada, o Santo dos Santos, que até então estava fechada para nós por causa do pecado. Essa abertura foi conseguida pela morte de Jesus Cristo. Seu último grito e o rasgar do véu diante do Santo dos Santos aconteceram ao mesmo tempo, de modo que o autor da carta aos Hebreus jubila: "Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração..." Isso vale para nós que cremos no Senhor. Pela morte de Jesus se abriu o véu da separação, e agora podemos entrar no Santo dos Santos e ter contato direto com Deus através de Seu Filho.

terça-feira, 2 de abril de 2013

NINGUÉM PODE DESCREVER O SOFRIMENTO DE JESUS POR NÓS


"Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito." (João 19.30)
A morte de Jesus é um acontecimento tão inconcebível que com palavras humanas jamais poderemos descrevê-lo em toda a sua profundidade. Pois quando Jesus morreu não morria alguém com vida passageira, condicionada pelo tempo e pelo espaço, mas morria o único que tinha a imortalidade dentro de si. Naquela ocasião, Deus morreu em Jesus Cristo; naquela ocasião, morreu a vida eterna. Mas, em essência, a vida eterna não pode morrer – pois seria uma contradição; um poder ainda maior deve ter estado por detrás dos fatos. E esse poder foi o amor dominante e imperioso do Pai e do Filho! Lemos isso de modo profético em Cantares 8.6: "...porque o amor é forte como a morte." Quando a vida eterna personificada bradou: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?", Deus se calou: "...calar-se-á por seu amor" (Sf 3.17, ERC). Assim, a palavra da cruz, em toda a sua extensão, no que diz respeito a nós, que seremos salvos, é de fato um poder de Deus, como diz 1 Coríntios 1.18. Mas para o mundo é uma loucura, pois o que um homem natural pode fazer com um Cristo crucificado? Nosso Senhor entregou Sua vida voluntariamente. Ela não lhe foi tirada, pois primeiro Ele inclinou a cabeça, e só depois é que ele morreu.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

AGORA SOMOS LIVRES


"...Resgatados... pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo." (1 Pedro 1.18-19)
Por que Jesus é chamado de Cordeiro de Deus?
1. Ele é chamado de Cordeiro de Deus a fim de nos revelar a Sua natureza. Sabemos que um cordeiro é o símbolo da inocência e da pureza. Assim, Jesus é verdadeiro homem em todas as coisas, "tentado... à nossa semelhança, mas sem pecado."
2. Ele é chamado de Cordeiro de Deus a fim de nos indicar o caminho. Ele veio a essa terra com um alvo claramente estabelecido por Deus que era ser morto pelos nossos pecados. "...Digno é o Cordeiro, que foi morto." Ele não foi surpreendido ao ser executado, pois disse com santa determinação: "...mas precisamente com este propósito vim para esta hora."
3. Jesus é chamado de Cordeiro de Deus para revelar o caráter da Sua vitória. A vitória de Jesus é, portanto, a vitória do Cordeiro. Pois há algo mais desamparado e dependente do que um cordeiro? O ser mais fraco realiza o ato mais grandioso que se possa imaginar. O cordeiro na sua fragilidade carrega o mais pesado fardo. Jesus conquistou a vitória totalmente além de qualquer esforço humano. De fato, ele "foi crucificado em fraqueza", mas ressuscitou em poder. Por isso, a expressão "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" é tão poderosa em sua aparente contradição!